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Dôssie Feminicídio #InvisibilidadeMata

27 de mar. de 2017
2 min de leitura

Nomear o problema – o feminicídio – é certamente um passo fundamental. Mas, além de nomear, é preciso conhecer sua dimensão, compreender sua dinâmica e desnaturalizar práticas, enraizadas nas relações pessoais e nas instituições, que colaboram para a perpetuação da violência de gênero. Para contribuir nesta frente, o Dossiê Feminicídio #InvisibilidadeMata busca elencar (e responder) perguntas essenciais que jornalistas, comunicadores, gestores e especialistas – mulheres e homens –, enfim, a sociedade brasileira precisa fazer urgentemente. Saiba mais:


O QUE É FEMINICÍDIO?

O assassinato de mulheres em contextos marcados pela desigualdade de gênero recebeu uma designação própria: feminicídio. No Brasil, é também um crime hediondo. Nomear e definir o problema é um passo importante, mas para coibir os assassinatos femininos é fundamental conhecer suas características e, assim, implementar ações efetivas de prevenção.


POR QUE AS TAXAS BRASILEIRAS SÃO ALARMANTES?

O Brasil convive com elevadas estatísticas de violências cotidianas praticadas contra mulheres – o que resulta em um destaque perverso no cenário mundial: é o 5º país com maior taxa de homicídios de mulheres.


COMO E POR QUE MORREM AS MULHERES?

Os feminicídios são cometidos tanto no âmbito privado como no público, em circunstâncias e contextos diversos, em que as discriminações e menosprezos com a condição feminina assumem variadas formas, mais ou menos evidentes, mas com o mesmo desfecho fatal.


COMO EVITAR ‘MORTES ANUNCIADAS’?

A constatação de que muitos feminicídios são evitáveis revela a conivência social e institucional com as violências contra as mulheres e suas raízes culturais, como o sentimento de posse sobre o corpo feminino ou a sua objetificação.


QUAIS SÃO OS SERVIÇOS EXISTENTES E SEUS LIMITES?

O Brasil está entre os países com maior índice de homicídios de mulheres no mundo – quadro que reforça a urgência de respostas eficazes do Estado e da sociedade para prevenir e coibir a violência de gênero no país.


QUAL É O PAPEL DA IMPRENSA?

A imprensa possui um papel estratégico na formação da opinião e na pressão por políticas públicas e pode contribuir para ampliar, contextualizar e aprofundar o debate sobre a forma mais extrema de violência de gênero: o feminicídio.

Desperte para essa realidade!

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